Agenda: PUBLICAÇÃO LIMINARIDADE + BATEPAPO + PERFORMANCES

É com imenso prazer que convidamos A TODOS para o LANÇAMENTO DA PUBLICAÇÃO | LIMINARIDADE.

Esta publicação é resultado do projeto LIMINARIDADE | 5 MOVIMENTOS, criado e realizado na parceria entre o Coletivo Cartográfico e o Núcleo Tríade, contemplado pela 17a edição do Fomento à Dança da Cidade de São Paulo. Além do lançamento da publicação teremos uma finalização do projeto com bate-papo e performances dos dois coletivos.

Convidamos a todos vocês a celebrarem conosco esta finalização. Segue abaixo a programação na íntegra:

11/12 | Sexta-feira | as 19h | Bate -papo: gênero e a sexualidade como espaços plásticos – performatividade, tecnologia e política – com Daniela Andrade e Glamour Garcia, no MIS.
http://www.mis-sp.org.br/icox/icox.php?mdl=mis&op=programacao_interna&id_event=2001

12/12 | Sabado | as 16h | _ performance “1o fracasso | gelo” do Coletivo Cartográfico _ a partir das 16h _ estima-se 4h de duração _ no MIS
http://www.mis-sp.org.br/icox/icox.php?mdl=mis&op=programacao_interna&id_event=2018

15/12 | Terça-feira | as 15h | _ performances simultâneas: “rastro#6 – 427” do Coletivo Cartográfico _ início às 15h _ duração indeterminada _ no Vale do Anhangabaú (região próxima ao viaduto do chá) e “a parte que te cabe#0”, do Núcleo Tríade, na Rua Dom José de Barros ( ao lado da Galeria Olido)

Venham!

LIMINARIDADEflyer5LIMINARIDADE
Editoria e organização
Coletivo Cartográfico (Carolina Nóbrega, Fabiane Carneiro e Monica Galvão) e Núcleo Tríade (Adriana Macul e Mariana Vaz)

Consultoria editorial, revisão e tradução
Daniel Lühmann

Projeto gráfico
Maíra Dietrich

Assistente de design gráfico
Gisele Nogueira

Colaboradores
Adriana Macul, Ana Pato, André Mesquita, Bruna Martins Coelho, Cambar Coletivo, Carolina Nóbrega, Coletivo Teatro Dodecafônico, Daniel Lühmann, Fabiane Carneiro, Frédéric Gies, Gisele Brito, Graziela Kunsch, Guilherme Wisnik, Luísa Nóbrega, Maíra Dietrich, Mariana Vaz, Monica Galvão, Ni Nadia ni nadie, Ricardo Basbaum, Rodrigo Munhoz, Thomas Lehmen, Val Lima

Produção
Vivi Bezerra

Agradecimentos:
Adriana Ayub, Ana Luisa Lima, Ana Pato, André Mesquita, Beatriz Cruz, Bruna Martins Coelho, Cambar Coletivo, Casa do Povo, Centro Cultural São Paulo, Centro de Referência da Dança, Ciça Coutinho, Ciro Bertolucci, Clara Gouvêa, Claudia Müller, Coletivo Teatro Dodecafônico, Dança no MIS, Daniela Andrade, Djalma Moura, Eduardo Fukushima, Equipe do Fomento à Dança, Estúdio Cia. Oito Nova Dança, Fábio Figueiredo, Felipe Bittencourt, Felipe Bittencourt, Felipe Matsumoto, Fernando Siviero, Flávio Rabelo, Frédéric Gies, Galeria Olido, Gervásio Braz, Gisele Brito, Glamour Garcia, Graziela Kunsch, Guilherme Wisnik, Hideo Kushiyama, James Turpin, Janaína Carrer, Joana Ferraz, Juliana Gennari, Juliana Melhado, Larissa Verbisck, Leandro de Souza, Luísa Nóbrega, Marcela Levi, Mirella Marino, MIS – SP, Monique Maritan, Ni Nadia ni nadie, Nirvana Marinho, Núbia Andrade, Oficina Cultural Oswald de Andrade, Olívia Niculitcheff, Paço das Artes, Paloma Fraga, Patrícia Rizzi, Pedro Felício, Pedro Stempniewski, Peter Hunhziker, Peterson Costa, Praça das Artes, Raquel Aguilera, Ricardo Basbaum, Ricardo Henrique, Roberto Rezende, Rodrigo Munhoz, Sandra Ximenes, Sheila Ribeiro, Stella Garcia, Tatiana Guimarães, Teatro Sérgio Cardoso, Tendal da Lapa, Terreyro Coreográfico, Thaís de Menezes, Thaís Di Marco, Thomas Lehman, Universidade Anhembi Morumbi, Val Lima, Verônica Veloso, Vila Itororó – Canteiro Aberto.

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Sobre Trabalhos: fracassos _ Liminaridade | 5 movimentos

fracassos _  é uma série de performances que partem da proposição de situações-limite que borram as fronteiras entre corpo e objeto e/ou materialidade. O trabalho é parte do processo de pesquisa do projeto Liminaridade | 5 movimentos, criado e realizado na parceria entre o Coletivo Cartográfico e o Núcleo Tríade, contemplado pela 17a edição do Fomento à Dança da Cidade de São Paulo.

Cada fracasso parte de uma estabilidade plástica inicial que irá sendo transformada exaustiva e irreversivelmente através da ação das performers, que irá seguir a um programa de ação previamente estabelecido – cada objeto ou materialidade exigirá seu próprio roteiro, mas, fracasso após fracasso, as performers insistirão em novos embates inúteis e individuais contra a formalidade de seu corpo e a formalidade do objeto e/ou materialidade. Cada fracasso é como um capítulo de um Romance de estrutura quebradiça e inconclusa, se somando na insistência e solidão de cada ato.São atos no qual corpo e coisas se fundem e se modificam, as vezes irreversivelmente, rompendo suas fronteiras pré-estabelecidas. fracassos revela a fragilidade da existência dos corpos que, entre a sujeição e a insurgência, são condicionados e condicionam o ambiente, através de traumas e mortes compartilhados.

Criação, Concepção e Performance _ integrantes do Coletivo Cartográfico _ Carolina Nóbrega, Fabiane Carneiro e Monica Lopes.
Produção _ Coletivo Cartográfico e Viviane Bezerra.

_1o fracasso | gelo _   26 de junho – 6.ª feira – a partir das 11h

Três cadeiras tem 3 de seus pés apoiados em blocos de concreto (1 para cada pé) e 1 de seus pés apoiados em um bloco de gelo. As três cadeiras, apoiadas nos blocos de concreto e no bloco de gelo, desenham um triângulo no espaço. Em cima de cada uma dessas cadeira e, portanto, acima do concreto e do gelo, estarão sentadas as integrantes do coletivo cartográfico. Elas permanecerão sentadas até que, por causa do derretimento do gelo, elas e as cadeiras caem no chão. Duração – Indeterminada, depende do tempo de derretimento do gelo, estima-se no mínimo 4h.

Link teaser: https://vimeo.com/143618130

Fotos: Vivi Bezerra

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Fotos: Ciro Bertolucci

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_2o fracasso | isopor_   27 de junho – sábado – das 14h-22h

As 3 performers do coletivo cartográfico terão cada uma um bloco de isopor de altura igual à de cada uma delas, para, com os recursos do próprio corpo (mãos, unhas, dentes etc) tentar destruir o bloco no período de uma jornada de trabalho. Duração – 8h.

Link teaser: https://vimeo.com/143820986

Fotos: Ciro Bertolucci

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Fotos: Vivi Bezerra

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_3o fracasso | tijolo_   15 de agosto – sábado – das 14h às 18h

Fotos: Vivi Bezerra

Link teaser: https://vimeo.com/144357356

Sobre Trabalhos: rastro#5 || paroxismo

rastro#5 || paroxismo foi concebido para a Luz, São Paulo/SP, e integrou a programação da Virada Cultural 2015, no dia 21 de junho, das 14h-16h. A série de intervenções coreográficas site-specific rastros, desenvolvida pelo Coletivo Cartográfico desde 2014, envolve a criação de um roteiro coreográfico que deixe algum desenho no espaço, concebido a partir de especificidades do território.

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|| paroxismo ||

|| crise aguda, exacerbação periódica dos sintomas durante a evolução de uma doença ||

|| Luz || urbano através do rural || pelos trilhos || para o café || avança a cidade ||

|| Luz || fecha a primeira coroa dos bairros a que chamamos centro ||

|| fronteira tensiona tempos e agentes da cidade ||

|| catálise ||

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|| local || em frente a Estação da Luz ||

 || materiais || 45kg de café em pó || 3 potes ||

     ||  3 baldes de lona encerada para transporte de carga ||

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|| 1a fase || construção ||

 || despejam todo café no canteiro central da rua ||

|| com os potes, enchem completamente os 3 baldes de lona com café  ||

  || cada uma coloca um dos baldes pendurado sobre o pescoço ||

|| colocam-se lado a lado, no leito da rua, junto a faixa de pedestre, olhando para oeste ||

|| colocam as mãos dentro do balde, pegam um punhado de café em cada ||

|| colocam as mão nas laterais do corpo ||

|| caminham para frente deixando o café cair das mãos ||

|| desenham linhas paralelas vacilantes aos seus lados ||

|| seguem alguns metros para frente || depois retornam || seguindo o trilho de café ||

|| repetem as idas e vindas || uma a uma criam desvios || encruzilhadas ||

|| invadem a paralela da outra ||

|| quando o café acaba || voltam a abastecer o balde a partir da pilha no canteiro central ||

|| seguem os trilhos despejando o café, até ele acabar completamente ||

|| saem do desenho || deixam os baldes na calçada || observam ||

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|| 2a fase || destruição ||

 || uma a uma, elas lançam-se sobre o chão, sobre o desenho ||

    || permanecem até borrarem sua coerência ||

|| deixam vestígios ||

Fotos: Viviane Bezerra

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Agenda: 1o CTU – Composições Transitórias Urbanas

Coletivo Cartográfico foi convidado pelo Cambar Coletivo para participar do 1o CTU – Composições Transitórias Urbanas – “Minifônica”, que irá acontecer hoje, dia 18 de abril de 2015, das 15h-18h, na Rua Barão de Itapetininga em São Paulo/SP.

As CTU são eventos artísticos de caráter transdisciplinar com intuito de problematizar as dinâmicas relacionais nos espaços públicos das cidades, criadas pelo CAMBAR Coletivo. Abordam questões sobre os comportamentos corporais do cidadão comum neste tipo de espaço, focando num estudo sobre as sonoridades produzidas, encaradas como dispositivos para as ações a serem criadas. Estas ações se alimentam de inquietações acerca da noção de trabalho, produtividade, consumo e impessoalidade nutridas pelo ritmo frenético dos centros comerciais das grandes cidades. Envolvendo ainda, a noção de convivência, espaço pessoal e compartilhado, fronteiras, pertencimento, o estrangeiro como ‘the outsider’, globalização e terrritórios. Buscando detectar possíveis momentos de atrito e enlace, para através deles gerar espaços de solturas e pequenas transformações na maneira como habitamos estes espaços e nos relacionamos uns com os outros.

Maiores informações sobre a pesquisa e trabalho do CAMBAR Coletivo em seu site e Facebook!

 

1 CTU- Composições transitórias Urbanas

Sobre Trabalhos: Liminaridade | 5 movimentos

Ao longo de todo o ano de 2015, o Coletivo Cartográfico estará trabalhando, em parceria com o Núcleo Tríade, em torno do projeto Liminaridade | 5 movimentos, contemplado pela 17a Edição do Fomento a Dança da Cidade de São Paulo. O conceito de liminaridade (Homi Bhabha) define práticas descentralizadoras que irrompem e questionam estruturas sociais, políticas e culturais pré-estabelecidas. Tanto o Coletivo Cartográfico, quanto o Núcleo Tríade entendem que suas pesquisas em dança contemporânea são liminares, justamente por buscarem elasticizar as fronteiras da dança, colocando-a em atrito com o real e com outros campos de conhecimento estético, poético e político – especialmente das artes visuais, do urbanismo, da geografia e da filosofia. Em Liminaridade | 5 movimentos buscaremos decantar os processos individuais de cada grupo, verticalizar em nossas linguagens, ou encontrar desvios e rupturas de nossos percursos e metodologias tradicionais de trabalho, através de 5 eixos de pesquisa (movimentos) fundamentais para nossas pesquisas: movimento#1 publicação, acervo e registro movimento#2 cidade, deriva e cartografia movimento#3 des-fronteira entre as artes movimento#4 arte-ativismo movimento#5 corpo como construção performativa Cada movimento irá desencadear uma constelação de distintas experiências, estudos e ações propostas e provocadas pelas artistas integrantes dos dois coletivos e por artistas de diferentes linguagens e pesquisadores de diversas áreas, convidados para trocar suas conhecimentos, percepções, vivências e práticas em torno do tema em questão. Tríade Cartográfico irão, portanto, experienciar juntos e, em alguns casos, oferecer publicamente, uma série de conversas, oficinas e performances (que podem ser inéditas; re-leituras de trabalhos anteriores ou re-enactments). Os movimentos terão cada um a duração de dois meses, exceto o movimento#1 publicação, acervo e registro, que acompanhará a todos os movimentos, refletindo-os, registrando-os para que se desenhe, aos poucos, uma publicação que abordará esse hibridismo de pesquisas levantado ao longo do projeto, a ser lançada em dezembro de 2015. LIMINARIDADEmenu5

Ficha Técnica de Liminaridade | 5 movimentos:

Coordenação: Carolina Nóbrega e Mariana Vaz.

Núcleo Tríade e Coletivo Cartográfico: Adriana Macul, Carolina Nóbrega, Fabiane Carneiro, Mariana Vaz e Monica Lopes.

Produção: Viviane Bezerra

Arte Gráfica: Maíra Dietrich

Provocadores convidados:

movimento#1 – Ana Luisa Lima (Revista Tatuí); Graziela Kunsch (Revista Urbânia e Projeto Multirão); Nirvana Marinho (Acervo Mariposa); Sheila Ribeiro (Projeto 7X7); e Ricardo Basbaum;

movimento#2: Guilherme Wisnik;

 movimento#3: Cláudia Müller;

movimento#4: André Mesquita;

movimento#5: Laerte e Marcela Levi.

Para entrar em contato com o trabalho do Núcleo Tríade acesse aos links:

http://triadetour.com.br/

http://triademobile.com.br/

Agenda: rastro#3 | reimpressão | em Bragança

Os rastros são uma série de performances coreográficas site-specific que o Coletivo Cartográfico vem pesquisando desde o início de 2014. Nessas ações, investigam-se as marcas e vestígios gerados pela relação de impacto do corpo com a cidade, através do uso de materialidades perecíveis (como carvão e farinha) que, conforme as performers se movimentam, deixam rastros no chão. Tratam-se de marcas um pouco mais duradouras do que o instante performativo, mas também efêmeras, pois desaparecem sob a ação do tempo, vento ou chuva.

rastro#3 | reimpressão | foi concebida para a cidade de Bragança Paulista e irá compor a programação do festival Cardápio Underground, no dia 20 de setembro – sábado – as 11h da manhã. A ação se iniciará na Av. Imigrantes, próximo ao trêm em frente à Praça 9 de Julho.

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Sobre Trabalhos: Rastro#1 – expectativa de purificação

Performance, concebida e performada pelas integrantes do Coletivo Cartográfico (Carolina Nóbrega, Fabiane Carneiro e Monica Lopes) e apresentada no dia 12 de março de 2014, no Largo São Bento, em São Paulo/SP, como parte da programação do 1o GIRE (Grupos Independentes em Rede).

.quarenta dias antes de tocar a terra firme; quarenta dias e quarenta noites para receber a Lei; quarenta anos para ter a terra prometida; quarenta anos de paz sob os juízes; quarenta dias para o encontro; quarenta dias para obter o perdão; quarenta anos duraram os reinados; quarenta dias para ser reconhecido; quarenta dias para a purificação; quarenta dias e quarenta noites no deserto; quarenta dias ressuscitado; quarenta dias de preparação e penitência.

Descrição: Local – Largo São Bento, São Paulo./Período – Quaresma/Duração – das 11h-12h/Ação – No círculo branco a direita da porta do mosteiro, estarão uma pilha de tocos de carvão e 3 mulheres de cabelos soltos vestidas de preto. Quando o sino do mosteiro ressoar 11 badaladas, cada mulher pegará 2 carvões, um em cada mão e sairá andando para além do círculo. As mulheres, através de relação estabelecida pelo olhar, caminharão sempre na mesma velocidade, que poderá variar de muito lenta à corrida. Até que uma das mulheres decide parar. Quando uma para, todas param. Então, se ajoelham olhando para o chão,  com o tronco levemente arqueado e os braços estendidos nas laterais do corpo. Os braços se movem para frente e para trás, em paralelo, e com o carvão que seguram em cada uma das mãos, desenha-se o chão. Simultaneamente, as mulheres giram ao redor de si mesmas, deixando no chão o rastro de um círculo. Assim que o círculo for terminado, uma a uma, as mulheres se levantam. Seus olhares novamente se conectam e assim que uma voltar a caminhar, todas também caminham, reiniciando o ciclo começado na badalada das 11 horas. Esse ciclo será repetido 40 vezes. Cada mulher, portanto, desenhará 40 círculos. O último círculo deverá ser terminado ao badalar das 12 horas. As mulheres deverão marcar a passagem do tempo pelas badaladas dos sinos, que acontecem a cada 15 minutos. Depois de desenhado o último círculo, uma a uma as mulheres se levantam e caminham em direção ao viaduto Santa Ifigênia, até desaparecerem. Em algum momento da caminhada, cada mulher deverá deixar o carvão cair de suas mãos.

Notas:

1 – Caso em algum momento da ação o carvão acabe, a mulher deverá, no momento da caminhada, caminhar até a pilha de carvão, sendo seguida pelas outras, que deverão também pegar carvões novos.

2 – Caso o desenho do último círculo seja feito antes das 12 badaladas finais, a mulher deve permanecer ajoelhada em seu círculo aguardando o som dos sinos.

3 – Considerando que deverão ser desenhados 40 círculos em 1 hora e que a passagem do tempo é marcada pelos sinos a cada 15 minutos, haverão, portanto, 4 fatias de tempo, em cada fatia, deve-se tentar realizar 10 círculos.

4 – A pilha de carvões deverá ser abandonada no Largo.

Fotos: Fernando Siviero e Viviane Bezerra

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