Diálogos: a vertigem

por Monica Lopes

“As pessoas sonham em começar ou recomeçar do zero, e também temem onde vão  chegar, ou cair. Sempre buscamos a origem ou o desfecho de uma vida, um vício cartográfico, mas desdenhamos o meio, que é anti-memória. É aí que se atinge a maior velocidade, onde os mais diferentes tempos comunicam e se cruzam, onde está o movimento, o devir, o turbilhão”.  [Pelbart, Peter P – A vertigem por um fio. Politicas da Subjetividade Contemporânea]

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